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Sistema B: novo modelo de negócio com marca coletiva

Uma nova identidade de mercado com uma marca coletiva. Essa é a síntese das empresas do Sistema B, que hoje representam um universo de 1.360 em todo o mundo, que pouco mais de US$ 15 bilhões de faturamento coletivo.

“Uma marca coletiva num mundo individualista atrai talentos, atrai clientes e atrai investidores. Muita gente está buscando fornecedores capazes de enfrentar problemas socioambientais”, disse Pedro Tarak, presidente do Sistema B. “Dessa forma aumenta-se a força coletiva de mudança daquilo que ninguém pode mudar sozinho.”

As empresas B têm como propósito comercial enfrentar problemas socioambientais. Elas participam também da solução. Para isso, colocam estratégias socioambientais dentro de seu modelo de negócios. Caso da Guayquil, cujo propósito é regenerar a mata atlântica. Para isso, fabrica bebidas energéticas à base de mate, comprando erva mate de comunidades que as plantam a erva, que contribui para a regeneração da mata.

Como ser

O Sistema B oferece uma ferramenta de avaliação de impacto, que permite às empresa B medirem seus desempenho em sustentabilidade de modo padronizado a partir de uma métrica comum. Para fazer parte, é preciso alcançar 80 em uma escala de 200, se comprometendo a se recertificar a cada dois anos. 

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