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Sinctronics: transformando lixo em matéria-prima

Ainda na linha de discutir modelos de economia circular, Carlos Ohde, da Sinctronics, apresentou ao público da primeira plenária do dia na SB Rio 2015 os desafios de atuar na gestão de resíduos eletrônicos no País. “Nosso propósito é basicamente conectar boas ideias e escala industrial, fechando as pontas soltas dentro do ciclo de vida dos produtos das organizações”, comentou.

Na empresa, são realizadas a coleta e a reincorporação do lixo eletrônico a outros processos produtivos. Desde cartuchos de tinta até equipamentos de informática são transformados em peças para notebooks, por exemplo, em um processo altamente complexo, com mais de 1.600 requisitos e padrões que devem ser seguidos.

Segundo Ohde, a legislação ambiental brasileira é altamente avançada e forma um terreno fértil para o estabelecimento de negócios que exploram a economia circular. “Temos um mercado consumidor amplo, leis ambientais que estimulam a busca por modelos não lineares e uma indústria manufatureira relevante”, afirma. “Nos Estados Unidos e na Europa não temos essa combinação tão bem amarrada de fatores. Por isso, estamos convictos que o Brasil tem condições de levar nossa contribuição para a sustentabilidade global”.

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