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Enel/Ampla: levantando ideias para o futuro

Diante de um dos setores mais problemáticos em satisfação do consumidor – o de serviços de geração e distribuição de energia –, como uma empresa pode estreitar o relacionamento e criar parcerias com o público para solucionar problemas atuais? Para a Enel, um dos maiores grupos de energia do mundo, presente no Brasil, a resposta se deu a partir de uma plataforma de diálogo, baseada em crowdsourcing e mapeamento de ideias, com amplo leque de assuntos.

“Hoje, vemos que a experiência é mais valorizada do que o produto final. A vontade de valorizar o relacionamento com o cliente e fazer com que ele não queira ‘se livrar’ de um serviço do qual depende nos levou para um projeto no qual convidamos todos a dar ideias para o futuro”, afirmou Felipe Conti, gerente de comunicação da Enel no Brasil, na segunda plenária da SB Rio 2015, com o tema Como Inovar em Sustentabilidade. “Assim, convidamos todos a repensar seus hábitos de vida e propor novas soluções”.

Intitulado Nós Vivemos o Amanhã (NO.V.A.), o projeto permitiu, em apenas seis meses, o mapeamento de mais de 4 mil ideias, com 16 mil comentários na plataforma e acessos online de 106 países, em três redes sociais (Facebook, Youtube e Google+). Apesar de partir de uma empresa do setor elétrico, a plataforma colheu ideias das mais diferentes áreas – educação, mobilidade, meio ambiente.

O primeiro resultado é a Casa NO.V.A., um experimento de residência construído segundo sugestões e propostas colhidas na plataforma online. O projeto foi baseado em uma série de soluções de eficiência energética, baseadas principalmente na arquitetura e no método construtivo, e deve ter sua construção concluída em 2016, no município de Niterói (RJ).

A partir de 2017, a casa será aberta para que moradores testem, na prática, o modelo de moradia proposto. Os participantes mais ativos da plataforma de ideias, por sua vez, poderão receber reconhecimentos, prêmios, viagens e até uma temporada dentro da Casa NO.V.A. “A ideia é reconhecer quem propõe boas ideias e testar como elas se comportam em um novo modelo de habitação, que pode transformar completamente as relações das pessoas com nossos serviços e, de forma geral, com o ambiente em volta delas”, diz Conti.

 

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