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Coca-Cola: parceria para gerar negócios sociais na Amazônia

“Precisamos superar nossas vaidades e ter consciência de que, apesar de nosso tamanho, somos muito menores do que os problemas sociais que temos de enfrentar”. Com essa frase, Pedro Massa, gerente de Negócios Sociais da Coca-Cola no Brasil, resumiu os trabalhos da empresa na qualificação e no desenvolvimento da cadeia de valor da empresa na região amazônica, durante plenária da SB Rio 2015.

Ao apresentar a visão de sustentabilidade da companhia, Massa destacou a existência, desde os anos 1970, da preocupação com temáticas socioambientais. “Evoluímos muito ao longo dos anos, desde o apelo da ecologia até a visão mais recente, que pressupõe o ganho mútuo na relação com nossos fornecedores, por meio dos negócios sociais”, afirmou.

Em sua apresentação, Massa destacou a importância do trabalho em rede entre a Coca-Cola, outras empresas e as comunidades tradicionais no desenvolvimento de uma cadeia de fornecimento de açaí no interior da Amazônia, para viabilizar o lançamento da bebida Del Valle Reserva Açaí+Banana.

A ação foi feita em parceria com o governo do Amazonas e resultou na criação do Coletivo Floresta, que trabalha com o extrativismo responsável e a qualificação das comunidades locais. Participam do termo de cooperação com o governo 16 instituições empresariais e não governamentais, incluindo a agência de implementação da cooperação alemã para o desenvolvimento – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ).

Com a visão de que boas ideias não precisam nascer em grande escala para se provar transformadoras, Massa reforçou a importância de uma das máximas do atual modelo de negócios da Coca-Cola: começar pequeno, mas sempre pensando grande. “Acreditamos que programas de escala reduzida são bons testes, embora não compensem totalmente os impactos dos negócios. É vendo a viabilidade deles que podemos aprender e dar escala a iniciativas transformadoras”, concluiu.

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